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Dezembro de 2019. 

Bolsista de Doutorado Nota 10 da FAPERJ, a pesquisadora Amanda Fernandes Xavier Pedrosa conquistou o primeiro lugar do Prêmio Casa Firjan na categoria “A reinvenção das empresas”. A cerimônia de entrega da premiação ocorreu nesta sexta-feira, dia 22 de novembro, no auditório da Casa Firjan. O orientador de Amanda, Ricardo Manfredi Naveiro, professor e pesquisador do Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) – onde o estudo de Amanda foi realizado – e da Escola Politécnica da mesma universidade, também foi contemplado pelo prêmio.
 
O Prêmio Casa Firjan – concedido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) – contemplou as melhores teses de doutorado e dissertações de mestrado dos últimos três anos que abordavam os temas “O futuro do trabalho” e “A reinvenção das empresas”. Os prêmios variavam de R$ 2 mil a R$ 20 mil e contemplaram tanto os pesquisadores quanto os orientadores de quatro dissertações de mestrado e quatro teses de doutorado. Dos oito ganhadores, sete são mulheres.
 
O Prêmio Casa Firjan – concedido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) – contemplou as melhores teses de doutorado e dissertações de mestrado dos últimos três anos que abordavam os temas “O futuro do trabalho” e “A reinvenção das empresas”. Os prêmios variavam de R$ 2 mil a R$ 20 mil e contemplaram tanto os pesquisadores quanto os orientadores de quatro dissertações de mestrado e quatro teses de doutorado. Dos oito ganhadores, sete são mulheres. 
 
Com sua pesquisa Proposta de um modelo de maturidade para avaliação das práticas de eco-inovação nas organizações, o trabalho de Amanda, realizado no Programa de Engenharia de Produção da Coppe/UFRJ e defendido em 2017, foi orientado pelo professor Naveiro, em parceria com o Laboratório de Concepção de Produtos e Inovação (LCPI) da Arts et Métiers ParisTech e com o Laboratório de Ecodesign da Universidade Tecnológica de Troyes (UTT), na França.
 
O documento “Perspectivas Ambientais” da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD) projetam, para 2030, um crescimento de 50% das emissões de gases de efeito estufa, 10% de perda da biodiversidade, escassez de água atingindo 40% da população mundial, e ainda a poluição do ar se tornando a principal causa ambiental de mortalidade global. Por tudo isso, estudiosos do tema defendem uma urgente a adoção de práticas sustentáveis. De acordo com a Comissão Europeia, o conceito de Ecoinovação “remete a todas as formas de inovação, tecnológica ou não, que criam oportunidades de negócio e beneficiam o ambiente, evitando ou reduzindo o impacto ambiental ou otimizando a utilização dos recursos”. Mas, para Amanda, o conceito de ecoinovação é simples: inovação sustentável ou inovação verde. “É quando uma empresa inova de forma sustentável”, define a doutora em Engenharia de Produção.
 
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