DARI


A Diretoria Adjunta de Relações Internacionais (DARI) tem como objetivo implementar e desenvolver a Internacionalização da Escola Politécnica. Propiciando experiências acadêmicas no Brasil e no exterior que acrescentem profissionalmente aos participantes e contribuam para o crescimento dos países envolvidos.

FAQs Em que tipo de disciplinas é possível se inscrever na universidade anfitriã?

É possível se inscrever em praticamente todas as disciplinas oferecidas pela universidade anfitriã, desde que as disciplinas estejam sendo oferecidas no período e sejam aprovadas pelo Coordenador de graduação da sua habilitação na Escola Politécnica da UFRJ, para efeito de equivalência de créditos.

A Escola Politécnica oferece vagas de intercâmbio para estudantes dispostos a pagar por todas as despesas do curso?

Sim. Existem convênios em que o aluno torna-se responsável por todas as despesas. Alguns deles possuem processo seletivo em decorrência de sua demanda. Para os intercâmbios sem grande procura, é possível participar sem que haja seleção, o candidato precisa somente entregar a documentação necessária para processar seu afastamento em intercâmbio.

O diploma FCE (Cambridge) pode substituir o TOEFL no programa de intercâmbio?

A exigência das universidades americanas é que o candidato obtenha uma pontuação mínima para a entrada desse em intercâmbio. Os programas dos Estados Unidos aceitam o FCE, contanto que com pontuação equivalente à exigida no TOEFL. Cada instituição conveniada exige uma pontuação diferenciada, portanto, busque informações no site da universidade desejada.

Sou um estudante brasileiro morando há 4 anos na França, onde faço minha graduação. Estou estudando no INSA de Lyon o quarto ano de Engenharia Industrial. Temos a possibilidade de fazer um intercâmbio ou duplo diploma a partir do ano letivo que vem (começando em outubro). Gostaria de perguntar ao Sr. quais são as dificuldades encontradas para validar meu diploma francês no Brasil, e quais as dificuldades de exercer a profissão de engenheiro industrial caso eu opte por não retornar agora para fazer o duplo diploma?

Respondendo às suas perguntas:

1 - Qualquer diploma obtido no exterior, para ser válido no Brasil tem que passar por um processo de equivalência/revalidação. Em essência o interessado deve procurar uma Universidade pública que ofereça o curso que julgue equivalente. Há que se abrir processo anexando todos os documento que permitam a avaliação de equivalência: diploma, currículo, ementas, etc. O processo dura três meses. O processo na UFRJ é regido pela resolução do CEG nº 02/05 que você encontra no link abaixo.

Normas para a revalidação de diplomas de graduação expedidos por estabelecimentos estrangeiros de ensino superior

2 - Se você vier a participar de um programa de duplo-diploma, obterá um diploma da UFRJ, em tudo e por tudo igual ao obtido por um estudante nosso e, portanto, estará dispensado do item anterior.

3 - Em qualquer caso após a obtenção do diploma é necessário o cadastramento no CREA para que se possa trabalhar como engenheiro, assinando projetos, etc. É mero ato formal, não se prevendo qualquer dificuldade intrínseca.

4 - Para participar de nosso programa de duplo-diploma é necessário a formalização pela sua escola de origem; ou seja, não basta a vontade do aluno, é necessário passar pelos trâmites e processos seletivos da instituição.

5 - Entendi que seu curso tem formatação anterior à preconizada pelo Protocolo de Bolonha. Os novos cursos, por sua duração muito inferior aos nossos, terão dificuldades em terem a equivalência reconhecida.